O capacímetro
quarta-feira, 10 de junho de 2009Caros alunos do Curso de Radiotécnico e Eletrônica do IPR e simpatizantes.
É com muita alegria que os convidamos a interagir com o departamento técnico do Instituto Padre Reus, através do nosso blog.
Sejam bem-vindos, participem com a sua opinião e com seus comentários. Este é mais um espaço que o IPR desenvolveu pensando em vocês. O nosso primeiro tópico de discussão é o seguinte:
O capacímetro é realmente importante?
Se você respondeu “não”, pense novamente! Grande parte das avarias em equipamentos eletrônicos é provocada por capacitores eletrolíticos.
Mas… já tenho um multímetro com capacímetro!
Sim… concordamos. Mas qual o alcance máximo? Qual a resolução?
Os multímetros digitais com capacímetro medem, normalmente, capacitores de 0 a 20 µF, enquanto que os capacímetros propriamente ditos (sem outras funções) podem medir valores maiores, de 0 a 20.000 µF.
Para facilitar o uso, os capacímetros possuem duas pontas de prova com garras tipo “jacaré”, utilíssimas quando os capacitores estão fora da placa de fiação impressa. Para capacitores com capacitância inferior a 10 pf, é aconselhado realizar tais medidas no contato lateral.
DICAS:
Não tente medir um capacitor que esteja ligado em um circuito energizado.
Primeiro, desligue o circuito e certifique-se de que os capacitores sejam descarregados. O mesmo cuidado deve ser tomado quando se tratar de um capacitor individual (avulso).
Nunca aplique tensão nas pontas de prova ou soquete do capacímetro, caso contrário o aparelho pode ser queimado.
Não “curto-circuite” as pontas de prova uma com a outra, pois isso acarreta um desgaste mais acentuado da bateria, além de sobrecarga em todas as escalas.
Antes de mudar a escala do capacímetro, remova as pontas de prova do circuito que está testando.
